domingo, 27 de maio de 2018

MÚSICA: ESTRELA DO MAR - DALVA DE OLIVEIRA - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Música: Estrela Do Mar
                          Dalva de Oliveira

Um Pequenino Grão De Areia
Que Era Um Pobre Sonhador
Olhando o Céu Viu Uma Estrela
E Imaginou Coisas De Amor

Passaram Anos, Muitos Anos
Ela no Céu e Ele no Mar
Dizem Que Nunca o Pobrezinho
Pode Com Ela Encontrar

Se Houve Ou Se Não Houve
Alguma Coisa Entre Eles Dois
Ninguém Soube Até Hoje Explicar
O Que Há De Verdade
É Que Depois, Muito Depois
Apareceu a Estrela Do Mar.

                             Composição: Marino Pinto / Paulo Soledade.

Entendendo a canção:
01 – Qual o tema da canção?
      O tema é o amor.

02 – Como esse tema aparece na canção?
      Aparece na história do suposto caso de amor entre um grão de areia e uma estrela-do-mar.

03 – Diga algumas rimas que você encontrou na letra da canção:
      Sonhador / amor; mar / encontrar/ explicar; dois / depois.

04 – Na sua opinião, qual o efeito que as rimas provocam?
      As rimas contribuem para a musicalidade e o ritmo da canção.

05 – Agora, você vai escrever o maior número de rimas para cada palavra abaixo:
·        Amar:
·        Pobrezinho:
Resposta pessoal do aluno.

POEMA: MINHA TERRA - MANUEL BANDEIRA - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO



Poema: Minha terra
                
                    Manuel Bandeira

Saí menino de minha terra.
Passei trinta anos longe dela.
De vez em quando me diziam:                                                        
Sua terra está completamente mudada,
Tem avenidas, arranha-céus...                                           
É hoje uma bonita cidade!


Meu coração ficava pequenino.

Revi afinal o meu Recife.
Está de fato completamente mudado.
Tem avenidas, arranha-céus.
É hoje uma bonita cidade.

Diabo leve quem pôs bonita a minha terra!

In: Estrela da Vida Inteira. Rio de Janeiro: José Olympio, 1986.

Entendendo o poema:

01 – O poema se estrutura em quatro estrofes. Identifique a ideia expressa pelo eu poético em cada uma delas, numerando conforme orientação:
1. Primeira estrofe.                    
2. Segunda estrofe.                   
3. Terceira estrofe.             
4. Quarta estrofe.        
(4) Desabafo diante da comprovação.
(1) Distanciamento da terra natal.
(2) Angústia em função do que lhe diziam.
(3) Constatação da transformação do Recife.


02 – O autor utilizou diversificados termos para a referência a sua terra natal, tema do poema, o que assegura a progressão das ideias de forma coerente e coesa.  Identifique-as:
      Estes são os termos que retomam a terra natal do autor: dela, sua terra, uma bonita cidade, o meu Recife, uma bonita cidade, a minha terra.
                                                                                                                                                                  


CONTO: O COELHINHO PIRRACENTO - VILMA MEDINA - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Conto: O COELHINHO PIRRACENTO

    Vivia no bosque verde um coelhinho doce, meigo e macio, mas pirracento. Sempre que via algum animal do bosque tirava sarro dele.
    Um dia, quando estava sentado à sombra de uma árvore, aproximou-se dele um esquilo, e disse “Olá senhor coelho!” O coelho não respondeu. Olhou, mostrou a língua e saiu correndo. “Que mal educado!”, pensou o esquilo.
      A caminho da sua toca, encontrou um servo, que também quis saudá-lo. “Bom dia senhor coelho!”. De novo o coelho mostrou a língua ao servo e saiu correndo.
     Assim aconteceram várias vezes com todos os animais do bosque que o coelho encontrava pelo caminho, um dia todos os animais decidiram dar uma boa lição no coelho mal educado, e fizeram um acordo para que, quando algum deles visse o pirracento coelho, não o cumprimentasse, iriam fazer como se não o tivessem visto.
      E assim aconteceu, nos dias seguintes todo mundo ignorou o coelho. Ninguém falava com ele, nem o saudavam. Um dia, todos os animais do bosque organizaram uma festa e o coelho ouviu onde iriam celebrar e pensou em ir, mesmo não sendo convidado.
    Naquela tarde, enquanto todos os animais se divertiam, apareceu o coelho no meio da festa, todos fizeram de conta que não o tinham visto, o coelho constrangido pela falta de atenção dos seus companheiros, decidiu ir embora com as orelhas baixas.
    Os animais, com pena do coelho, decidiram ir até sua toca e convidá-lo para a festa, não sem antes faze-lo prometer que nunca mais faria pirraça a nenhum dos os amigos do bosque, o coelho, muito contente, prometeu nunca mais pirraça os seus amiguinho do bosque, e todos se divertiram muito na festa e viveram felizes para sempre.

   Vilma Medina. Diretora de Guiainfantil.com

Entendendo o conto:

01 – Qual o título do texto?
      O título do texto é “O coelhinho pirracento”.

02 – Quantos parágrafos tem o texto?
      O texto tem sete parágrafos.

03 – Quem é o personagem principal da história?
      O personagem principal é o coelhinho pirracento.

04 – Cite algumas características do coelhinho pirracento.
      Ele era meigo, doce é macio, mas muito pirracento.

05 – Qual era a atitude do coelhinho pirracento em relação aos amiguinhos que o cumprimentavam?
      Ele olhava, mostrava a língua e saia correndo.

06 – O que os animais decidiram fazer com o coelho pirracento?
      Os animais decidiram dar uma boa lição no coelho mal educado, ignorando o coelhinho pirracento.

07 – O que fez o coelhinho mudar de opinião?
      Todos os animais ignoraram o coelhinho por vários dias e quando ele foi a festa ninguém falou com ele, o coelho ficou triste. Quando os animais foram na casa dele ele aceitou não fazer pirraça com os animais do bosque.





FÁBULA: O SACO - ISABELLE GONÇALVES DA SILVA - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Fábula: O SACO
Isabelle Gonçalves da Silva
8°ano 'A'
E.E.F.M.Manuel Sátiro
14/11/07

     Pepe, era um gato rico, vivia debochando de todos os animais.
    Certo dia, passava um gato pobre com um saco nas costas e Pepe perguntou:
     – O Que você leva nesse saco?
     O Gato pobre respondeu:
     – Para que você quer saber? Eu nem lhe conheço.
     – Se não quer me mostrar, é porque roubou de alguém.
     – Você não tem o que fazer, não? Só sabe debochar dos outros.
     – Não é isso. E só curiosidade.
     – Mas, não vou deixar. Posso ir, agora?
     – Não.
     – Por quê?
     – Não vá, eu quero ver o que tem no seu saco.
     – Já que insiste…
     Pepe se surpreendeu quando olhou o saco, pois era apenas uma caixa, com papel, onde estava escrito: “Nunca menospreze os outros, ou do contrário vai se surpreender”

            Moral da História: Nunca desconfie de ninguém, porque você pode se arrepender.

Entendendo a fábula:
01 – Qual o título do texto?
      O título do texto é “O saco”.

02 – Quem era Pepe?
      Ele é um gato rico.

03 – O Que o Pepe gostava de fazer?
      Pepe gostava de debochar dos outros animais.

04 – O Que o Pepe perguntou ao gato pobre?
      Ele perguntou o que o gato levava nas costas.

05 – O Que o gato pobre perguntou para o Pepe?
      O gato perguntou para o Pepe se ele não tinha o que fazer, e se ele só sabe debochar dos outros.

06 – Qual era a curiosidade do gato Pepe?
      Saber o que tinha no saco.

07 – Qual foi a surpresa do gato Pepe ao olhar o saco?
      Ele ficou surpreso, pois não havia nada de valor no saco, só uma caixa com um papel, onde estava escrito; “Nunca menospreze os outros, ou do contrário, vai se arrepender”.





TEXTO: ARRAIA DANÇARINA - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO

Texto: A arraia dançarina

        Manuela, a arraia, se tornou a mais célebre dançarina do mar do Caribe. Quando dança, todos os peixes ficam boquiabertos de admiração.
        --- Que graça! Que leveza! – exclama, deslumbrados.
        Esse ano, Manuela é a estrela do espetáculo da grande festa do mar.
        Todos chegaram bem cedo de manhã, para pegar os melhores lugares. Os crustáceos na frente e os peixes atrás, por ordem de tamanho. Começa o espetáculo... No silêncio geral, de repente, ouve-se um grito:
        “Alerta! Um tubarão!”
      Num piscar de olhos, peixes e crustáceos somem. Somente Manuela, concentrada em sua dança, não ouve nada.
        O tubarão avança direto sobre ela...
        Manuela o vê e, levanta uma nuvem de areia, depois desaparece.
        Enfiada na areia, Manuela se diverte e olha o tubarão todo desnorteado, que gira como um louco e se afasta... Que decepção!

                                                 Escrita por Camila Pereira de Farias                            
Entendendo o texto:
01 – Qual o título do texto?
      A arraia dançarina.

02 – Quem é Manuela?
      Uma arraia.

03 – Onde Manuela se tornou prestigiada dançarina?
      No Caribe.

04 – O que acontece quando ela dança?
      Todos os peixes ficam boquiabertos e admirados.

05 – Para que todos chegaram bem cedo de manhã?
      Para o espetáculo que Manuela é a estrela.

06 – Ao começar o espetáculo, o que acontece?
      Alguém grita que tem um tubarão vindo.

07 – Quando o tubarão vai em direção a Manuela, o que ela faz?
      Levanta uma nuvem de areia e desaparece

TEXTO: CÂNDIDA - ODE MARTINS - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Texto: Cândida

        De nome Cândida, a morena andava sempre saltitando como se tivesse molas nos pés. Sabia que os cachos de seus cabelos negros, saltitavam também. E mais! Sabia o quanto era provocante! Saltitava, ainda, o coração dos moçoilos da pequena vila de pescadores.
        Era assim que Cândida andava: saltitando! Êta, moreninha espevitada! Olhar brejeiro, boca...ah! Que boca! Carnuda que só! Parecia que estava sempre pedindo beijo! E olha que não tinha quem não estivesse querendo dar! Os jovens reviravam os olhos e, na calada da noite, Cândida lhes fazia companhia! No pensamento deles é claro! Mas fazia, sim, senhor! Os velhos, estes ficavam satisfeitos de olhar e se lembrar de quando eram moços, contavam aventuras amorosas. Ah, se fossem moços! Essa moreninha não havia de escapar.
        Cândida era moça séria, feita para casar. Filha de Juca Pescador e de dona Iracema sabia ler e sabia escrever! O pai fizera questão de que a filha aprendesse e para isso contou com a ajuda de Isabel, uma prima, que vinha passar as férias na pequena vila.
        Isabel morava na capital e quando vinha, chegava cheia de conversas sobre a cidade grande: aventuras e divertimento!
        Juca não gostava da prosa e alertava a mulher. Dona Iracema dizia que era implicância dele, nada tinha demais nas prosas e era divertido saber um pouco da vida na cidade. Não aprovava a pintura exagerada no rosto e a roupa muito curta e decotada, mas era moça de cidade, tinha outros costumes. Juca se calava, bem ou mal, Isabel fazia bem ensinando as letras para Cândida.
        Cândida sabia o quanto era bonita! Tinha um vestidinho verde, de florzinha bem miudinha, que quase grudava no corpo. E quando batia um ventinho, grudava mesmo e, ainda, levantava um pouquinho! Toda segunda-feira, cedinho, a rapaziada se concentrava embaixo de uma mangueira frondosa que havia em frente ao posto do correio. Era dia em que Candinha mandava carta para a prima da capital. Nas sextas-feiras, a cena se repetia, a moça ia ao posto buscar o que a prima lhe enviava: livros! Perguntada sobre eles, dizia que eram histórias, mas de que nada adiantava mostrar-lhes, não sabiam ler. Mas um dia, ela contaria aquelas histórias!
        – Mulher, tá na hora de ver casamento pra nossa filha. Mathias gosta da nossa menina. É bom moço, trabalhador – dizia Juca Pescador à esposa.
        – Arre! Homem de Deus! Que pressa é essa? Nossa filha é muito menina!
        – Escute o que tô te dizendo, tem fogo nos olhos de nossa filha. Depois dessas encomendas que ela recebe da prima, tem o perigo do nosso lugar ficar pequeno demais pra ela. Você não vê que ela ri dos moços daqui?
        – Te acalma, homem. Quando chegar a hora, ela há de gostar de um deles e se casar.
        – Sei não, sei não!
        Naquele dia chovia tanto que parecia que o mundo ia se acabar em água, feito aquela história do dilúvio. Devia ser por isso que Cândida não tinha aparecido no povoado para botar carta no posto do correio. Na sexta-feira, também não apareceu. E assim aconteceu nas semanas seguintes.
        Zé das Redes, compadre de Juca, a pedido do filho Mathias, apaixonado por Candinha, foi até a casa do amigo que era para ver o que estava acontecendo, pois o companheiro de pesca andava de olhos baixos, tristes. Não trocava palavra com ninguém. A comadre, que judiação! Vertia em lágrimas! A pombinha batera asas e voara para junto da prima.
        Mathias resolveu que devia ir atrás do seu amor e, numa manhã de um dia qualquer, embarcou, cheio de sonhos! Haveria de trazer Candinha de volta!
        Chegando à capital, assustado, tem vontade de voltar, mas não pode. Como ficar lá, na pequena vila, sem a moça que caminhava como se tivesse molas nos pés?
        O rapaz não teve dificuldade em encontrar o lugar em que a prima de Cândida morava. O chofer de táxi lhe dissera que todo mundo sabia onde era. E lá foi Mathias com o coração batendo forte, acelerado como quando levava susto.
        Já era tarde, não era de bom costume chegar à casa de alguém àquelas horas, mas há de entender que chegava de viagem e não sabia para onde ir. 
        O lugar era grande demais! Iluminado demais. Tinha até um sujeito grandalhão na entrada! Devia ser por causa dos assaltos de que Mathias ouvira falar que aconteciam nas cidades.
        Conduzido por outro homem, o jovem viu-se em salão mal iluminado. Dois casais, agarradinhos, dançavam uma melodia chorosa. E um pouco mais adiante, em frente a um balcão, sentada em uma banqueta, com um copo na mão, estava Cândida. Que roupa era aquela que ela usava e que deixava à mostra quase que todo seu corpo? Um velhote aproximou-se e a enlaçou, puxando-a para dançar.
        Mathias afastou-se. Compreendera! Cândida, a sua Cândida, não mais existia. 
                                                                                        Ode Martins.

Entendendo o texto:
01 – Busque no dicionário o significado aplicado, no texto, à palavra " cândida".
      Ingênua, pura, inocente.

02 – Faça a descrição da personagem Cândida nos três primeiros parágrafos do conto.
      Morena, andava sempre saltitando como se tivesse molas nos pés, cabelos negros e cacheados, era provocante, espevitada, olhar brejeiro, boca carnuda, bonita, era moça séria, feita para casar, filha de pescador, sabia ler e escrever.

03 – Que informações o conto dá sobre a personagem Isabel? Essa personagem é importante? Por quê?
      Isabel é prima de Cândida, mora na capital, fala de aventuras e divertimentos, usava maquiagem exagerada e roupas muito curtas e decotadas. Sim, é importante ao contexto do conto porque é responsável pela alfabetização de Cândida e pelas mudanças operadas em sua vida.

04 – Explique o trecho: "Os jovens reviravam os olhos e, na calada da noite, Cândida lhes fazia companhia! No pensamento deles é claro! Mas fazia, sim, senhor!"
      Resposta pessoal do aluno.

05 – O que Juca, pai de Cândida reprovava em Isabel? Por que a reprovação.
      Não gostava das conversas da moça sobre a cidade grande, das aventuras e divertimentos de que falava, também reprovava a modo de vestir e se maquiar da sobrinha. Temia a influência que tais coisas podiam exercer sobre a filha.

06 – O que acontecia nas segundas-feiras e nas sextas-feiras cedinho? Por quê?
      Os rapazes se juntavam embaixo de uma mangueira, em frente ao correio, para ver Cândida, pois, nas segundas-feiras, ela ia mandar carta para a prima da capital e, nas sextas-feiras, ia buscar os livros que a prima lhe mandava.

07 – O que Juca dizia para justificar a pressa em casar a filha?
      Juca dizia que a filha tinha fogo nos olhos e que os livros, que recebia, podiam levá-la a não mais querer ficar na vila por desejar um mundo maior, pois os moços de lá, ela já desprezava, ria deles. Achava que a moça podia se iludir. 

08 – A mãe de Cândida discordava do marido. Quem você acha que estava certo? Por quê?
      Resposta pessoal do aluno.

09 – Qual parágrafo mostra uma mudança na rotina de Cândida? Comprove sua resposta com um trecho do texto. 
      No décimo segundo parágrafo: "Naquele dia chovia tanto que parecia que o mundo ia se acabar em água, feito aquela história do dilúvio. Devia ser por isso que Cândida não tinha aparecido no povoado para botar carta no posto do correio."

10 – No trecho "...o mundo ia se acabar em água, feito aquela história do dilúvio.", o autor faz alusão a outro texto muito conhecido que se encontra no livro mais conhecido mundialmente; isso se chama intertextualidade. Que livro é esse e a que texto desse livro a autora se refere?
     O livro no qual se encontra o texto, a que a autora se refere, é a Bíblia; o texto bíblico narra o dilúvio que devastou o mundo por obra de Deus, cansado dos pecados humanos.

11 – Quem é Zé das Redes? E por que vai à casa de Juca? O que fica sabendo?
      Zé das Redes é compadre de Juca e vai à casa dele a pedido de seu filho Mathias, apaixonado por Cândida, para saber por que o pai da moça andava tão triste. Descobriu que Cândida fugira para a capital para morar com a prima.

12 – Mathias também viajou. Quando isso aconteceu? Comprove sua resposta. Para onde foi o rapaz?
      O texto não diz quando exatamente isso acontece: "...numa manhã de um dia qualquer, embarcou...". Ele foi para a capital, atrás de Cândida, o seu amor, com a esperança de trazê-la de volta.

13 – Como era o lugar em que a moça estava morando? Podemos inferir que o local era muito conhecido por se tratar de que tipo de lugar? 
      "O lugar era grande demais! Iluminado demais. Tinha até um sujeito grandalhão na entrada!". Era muito conhecido por tratar-se de um prostíbulo.

14 – Em que Cândida se transformara? Em momento Mathias percebe isso?
      Cândida era uma prostituta. Ele se dá conta disso quando entra em um salão pouco iluminado, onde há dois casais dançando agarradinhos e, ali, vê a moça sentada junto ao balcão com um copo de bebida na mão, vestindo uma roupa que pouco lhe cobria o corpo e um velhote se aproxima, enlaça sua cintura e puxa-a para dançar.

15 – Por que Mathias se afastou?
     Porque entendeu no que Cândida havia se transformado, que a moça da vila já não existia.

16 – No mundo real, você julga possíveis os fatos narrados? Por quê?
      Resposta pessoal do aluno.


sábado, 26 de maio de 2018

FILME: O CÓDIGO DA VINCI - RON HOWARD - COM INTERPRETAÇÃO/GABARITO


Filme: O CÓDIGO DA VINCI

Data de lançamento: 19 de maio de 2006 (2h 32min)
Direção: Ron Howard
Gênero: Suspense
Nacionalidade: EUA

SINOPSE E DETALHES
        Robert Langdon (Tom Hanks) é um famoso simbologísta, que foi convocado a comparecer no Museu do Louvre após o assassinato de um curador. A morte deixou uma série de pistas e símbolos estranhos, os quais Langdon precisa decifrar. Em seu trabalho ele conta com a ajuda de Sophie Neveu (Audrey Tautou), criptógrafa da polícia. Porém o que Langdon não esperava era que suas investigações o levassem a uma série de mensagens ocultas nas obras de Leonardo Da Vinci, que indicam a existência de uma sociedade secreta que tem por missão guardar um segredo que já dura mais de 2 mil anos.

Entendendo o filme:

01 – Embora seja uma obra de ficção, afirmou-se que o seu conteúdo teria sido “meticulosamente pesquisado”, e que também levanta questões tecnológicas divididas em quatro temas. Quais são?
      O papel da mulher, a Bíblia, Jesus Cristo e a Igreja.

02 – Qual o nome do simbolista e professor interpretado por Tom Hanks?
      Robert Langdon.

03 – Qual o nome da atriz que interpreta a agente Sophie Neveu?
      Audrey Tautou.

04 – Quais destes faziam parte do Priorado de Sião?
a)   Isaac Newton.
b)   Botticelli.
c)   Victor Hugo.
d)   Leonardo da Vinci.
e)   Todos acima eram membros.

05 – No filme “O código da Vinci”, quem é o responsável pela morte do curado Jacques Souniére?
a)   Leiger Teabing.
b)   Remy Legaludec.
c)   Sila.
d)   Aringarosa.
e)   Bezu Focle.

06 – O que o Opus Dei tentava esconde durante o filme “O Código da Vinci”?
      Santo Graal.

07 – Qual pintura o historiador Leigh Teabing interpreta?
      A Última Ceia.

08 – Como Leigh Teabing era chamado pelos seguidores do Opus Dei?
a)   “O Rei”.
b)   Professor.
c)   “O Mestre”.
d)   Amigo.
e)   “O Grande”.

09 – Em que ano foi lançado o livro e o filme “O Código da Vinci” respectivamente?
a)   2003 – 2006.
b)   2002 – 2007.
c)   2004 – 2006.
d)   2001 – 2007.
e)   2005 – 2006.

10 – No final do filme, o que Sophie descobre sobre sua origem?
a)   Que é o Santo Graal.
b)   Que é descendente de Maria Madalena e Jesus.
c)   Que Souriére é seu avô de verdade.
d)   Que seus pais nunca morreram.
e)   Nenhuma das anteriores.

11 – Quem dirigiu o filme “O Código da Vinci”?
      Ron Howard.